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Redação

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O Congresso Nacional iniciou oficialmente os trabalhos em 2021 com a tradicional sessão solene de abertura do ano legislativo e o auxílio emergencial esteve presente nos discursos dos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira. A saída da crise, auxiliando os mais pobres e, ao mesmo tempo reerguendo a economia, deu o tom das falas dos comandantes do Poder Legislativo. As informações são da Agência Brasil.

Pacheco lembrou da importância do auxílio emergencial de R$ 600 dado aos economicamente mais vulneráveis em 2020, ainda que isso tenha provocado um buraco bilionário nas contas do governo em mais de R$ 300 bilhões e acrescentou que já discute com o governo algum tipo de auxílio também em 2021.

“Estamos estabelecendo junto ao nosso Colégio de Líderes e a equipe econômica do governo federal um caminho para compatibilizar um auxílio governamental aos mais carentes, que ainda é absolutamente necessário neste momento, com os princípios e fundamentos que norteiam a responsabilidade fiscal”.

Lira seguiu na mesma linha e defendeu o auxílio pago no ano passado como uma das medidas de enfrentamento à crise gerada pela pandemia de covid-19. “O auxílio emergencial garantiu a sobrevivência de milhares de famílias e deu fôlego à nossa economia”.

Ainda que não tenha sido tão explícito quanto o colega, Lira falou em trabalhar para garantir “amparo aos mais vulneráveis”. “Podemos, sim, unir esforços com o Senado Federal, com o Executivo, com o Judiciário e, de nossa parte, fazer o que estiver ao nosso alcance para facilitar a oferta de vacinas o amparo aos mais vulneráveis nesse momento mais dramático”, disse o presidente da Câmara.

Presente na sessão, o presidente Jair Bolsonaro também citou o auxílio, referindo-se às parcelas já pagas. Ele destacou o pagamento do auxílio a 68 milhões de brasileiros, mas não falou em uma nova edição do auxílio.

Outro tema apresentado na cerimônia foi a vacinação contra covid-19, um compromisso assumido pelos presidentes da Câmara e do Senado. Pacheco falou em fazer o possível para garantir vacina para “toda a população brasileira”. Já Lira mencionou a possibilidade de trazer para o Brasil outras vacinas produzidas no mundo, aumentando o leque de imunizantes disponíveis para os brasileiros.

Com um dia de atraso, o resultado da pré-seleção para bolsas oferecidas pelo Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) 2021 foi publicado na manhã desta quarta-feira (3). Acesse a página do Fies e saiba se você poderá ser contemplado com uma das 93 mil bolsas disponíveis. As informações são do Alerta Paraná

O Ministério da Educação está disponibilizando R$ 500 milhões para as bolsas e os candidatos pré-selecionados deverão complementar sua inscrição entre s 3 e 5 de fevereiro. Já os candidatos não selecionados integrarão uma lista de espera, podendo ser convocados a qualquer momento, até o dia 18 de março.

Em audiência pública nesta quarta-feira, 4, com representantes do Ministério da Infraestrutura para debater o novo modelo de pedágio no Paraná, o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) defendeu a licitação pelo menor preço, a eliminação do teto no desconto da tarifas e a redução significativa do degrau tarifário para as pistas duplicadas.

“São os pontos mais vulneráveis que, na minha avaliação, podem fazer com que as tarifas de pedágio do Paraná continuem altas. O entendimento majoritário na Casa é que queremos uma licitação utilizando critério exclusivo da menor tarifa”, disse Romanelli.

A apresentação foi feita aos deputados estaduais pelo secretário Nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Costa Vieira; pelo diretor de Planejamento da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Rafael Benini e pela secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa.

INACEITÁVEL – Além de defender a licitação pelo menor preço, Romanelli criticou a aplicação de um degrau tarifário que aumenta em 40% as tarifas nas pistas duplicadas. De acordo com o modelo apresentado, os degraus serão aplicados após a conclusão das obras, no sétimo ano da concessão

“O degrau de 40 % para a rodovia depois de duplicada é excessivamente elevado. Diria que é inaceitável. Isso vai onerar a tarifa por mais 23 anos. Até entendo que possa haver um degrau, mas tem que ser bem menor do que 40%”, disse.

Romanelli também questionou a imposição de um teto máximo para os descontos das tarifas na licitação. Pela proposta do governo federal, a empresa interessada só poderá dar um desconto máximo de 15% a 17%. A lei de licitações permite um desconto de até 70 %.

O deputado solicitou ainda a revisão da TIR (Taxa Interna de Retorno), que é o lucro das concessionárias, e das previsões de receita e investimentos. Pelo estudo do Ministério, em 30 anos serão investidos R$ 42 bilhões nas rodovias, enquanto que a receita chegará a R$ 156 bilhões. “São questões que temos que fazer os ajustes, independente da modalidade licitatória”, salientou

MODELO – O deputado Romanelli disse ainda estar preocupado com a implantação no Paraná de um modelo que nunca foi aplicado no país. Romanelli lembrou que em 1995 o sistema de pedágio foi vendido como uma solução para o Estado e acabou se tornando num entrave para a economia paranaense.

“Tenho receio de o Paraná acabar sendo um grande laboratório. É um modelo que nunca foi aplicado. Uma completa inovação, como foi em 1995, que gerou um sistema com tarifas altas e poucas obras”, afirmou.

“Queremos um preço final bom para o transporte, para o cidadão. Queremos pagar um pedágio com a tarifa justa. Temos que ampliar as discussões para melhorar esse modelo. Deixar um bom modelo para as próximas gerações”, frisou.

O Ministério da Infraestrutura planeja conceder 3.327 quilômetros de rodovias estaduais e federais divididos em seis lotes com 42 praças de pedágio, 15 praças a mais do que atualmente.

O Paraná registrou na última semana novos 324 casos de dengue, segundo boletim divulgado pela Sesa (Secretaria de Estado da Saúde), nesta terça-feira (2). As informações são do Paraná Portal.

O registro apresenta alta em relação ao boletim anterior, quando 139 novos casos de dengue foram confirmados.

Desde o início do ciclo em agosto foram confirmados 2.270 casos e seis óbitos no Paraná. O levantamento deste ciclo da dengue irá durar até julho de 2021.

Já as notificações de dengue passaram de 23.043 para 24.791 nos últimos sete dias, sendo que 198 municípios do Paraná registraram ao menos um caso da doença.

“Estamos vivendo a pandemia pela Covid-19, mas as outras doenças não pararam de fazer vítimas, a dengue é uma delas. Porém, para prevenir a dengue, nós sabemos o que fazer, não é novidade. Precisamos acabar com espaços e objetos acumulados que acumulam água, esses são os criadouros do mosquito.”, explicou o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

Desde 1991, os casos da doença são acompanhados pela Secretaria Estadual da Saúde. Mas no último ciclo, o Paraná quebrou o recorde de casos confirmados e mortes, com 227.724 contaminações e 177 óbitos.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou 971.136 casos de dengue no último ciclo, sendo que 91,7% dessas ocorrências foram concentradas entre os estados do Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná.

“Dentro da nossa casa, do nosso terreno, da nossa loja ou outro espaço que ocupamos, temos o dever de eliminar espaços e objetos que possam acumular água. Essa ação parece boba, mas é com a simplicidade que podemos eliminar as larvas do mosquito e não deixar que ele contamine pessoas”, finalizou o secretário.

O Paraná é proporcionalmente o Estado que mais aplicou vacinas contra a Covid-19 no País. Até esta terça-feira (2) os 399 municípios paranaenses haviam usado 45% das doses encaminhadas pelo Ministério da Saúde. O índice é semelhante ao do Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Distrito Federal.

A diferença, contudo, se dá em números absolutos. Enquanto o Paraná vacinou 158.780 pessoas, o Distrito Federal imunizou 76.424, o Espírito Santo 62.367 e o Rio Grande do Norte 52.261.

Já Rio Grande do Sul e Santa Catarina, os vizinhos de Região Sul, apresentam 35,84% e 36,84% respectivamente.

A participação do Paraná no ranking de imunizados é também consideravelmente superior à média nacional. Até o momento, 2.496.159 de pessoas já tomaram uma dose da vacina, o equivalente a 28,23% dos insumos recebidos pelas unidades da Federação. O levantamento foi feito com base nos dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa a partir das informações das secretarias estaduais de saúde.

“O Paraná está acostumado a vacinar, tem experiência. São 1.850 salas de imunização à disposição da população, estrutura que está aliada a um ágil serviço de distribuição, com o uso de caminhões e aeronaves para facilitar a logística. Somos referência para o País”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Ainda não vencemos a pandemia, estamos vencendo uma parte dessa guerra contra o coronavírus”, acrescentou.

Secretário de Estado da Saúde, Beto Preto explicou que o planejamento é proteger o mais rápido possível todos os paranaenses, seguindo o Plano Nacional de Imunização (PNI) elaborado pelo Governo Federal. “A ideia é vacinar os grupos focais nesse primeiro momento. Mas continuamos com todos os esforços voltados para trazer mais imunizantes ao Paraná com o objetivo de alcançar até 4 milhões de pessoas protegidas até maio”, destacou.

RESULTADO EXPRESSIVO – O resultado é ainda mais representativo quando se leva em consideração apenas as doses que já foram destinadas pelo Governo do Estado aos municípios. Até esta terça-feira, o Paraná havia vacinado 158.780 pessoas. O número representa 66,4% das 238.871 doses distribuídas – parte dos imunizantes da Coronavac segue armazenada no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) aguardando o intervalo de aplicação de 21 dias entre as doses.

Treze das 22 regionais que formam o sistema público de saúde do Paraná já ultrapassam o índice de 80% de vacinados. Seis delas, Irati (4ª RS), Campo Mourão (11ª RS), Cianorte (13ª RS), Jacarezinho (19ª RS), Telêmaco Borba (21ª RS) e Ivaiporã (22ª RS) ultrapassaram a barreira dos 90%.

De acordo com a Secretaria estadual da Saúde, as 158.780 aplicações da primeira dose da vacina contra o coronavírus foram divididas entre 141.862 trabalhadores da saúde (89,3%), 9.233 idosos em asilos e profissionais cuidadores (5,8%), 7.397 indígenas (4,6%) e 188 pessoas com deficiência severa. São 8.346 novas imunizações em relação ao balanço de segunda-feira (01).

DOSES – A Secretaria da Saúde já distribuiu 238.871 para aplicação da primeira dose no público prioritário já definido. A outra parte do imunizante, no caso da CoronaVac, está estocado no Cemepar, como medida de segurança e melhor condições sanitárias.

As Regionais de Saúde que mais imunizaram em números absolutos foram Curitiba e Região Metropolitana (2ª RS), com 39.968 pessoas; Maringá (15ª RS), com 12.979; Londrina (17ª RS), com 12.393; Cascavel (10ª RS), com 11.259; Guarapuava (5ª RS), com 7.473; e Ponta Grossa (3ª RS), com 6.909.

As Regionais de Paranaguá, Irati, Maringá e Cornélio Procópio permanecem com o mesmo número de imunizados porque não atualizaram o banco de dados até o final do dia de terça-feira.

Proporcionalmente à quantidade de doses recebidas, os destaques foram Cianorte (13ª RS), com 97,5%, e Campo Mourão (11ª RS), com 97,1%.

PLANO – Segundo o Plano Estadual de Vacinação, na primeira etapa da imunização a população alvo é composta por profissionais de saúde, pessoas com mais de 60 anos que residem em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) e os profissionais que atuam nos locais, população indígena e todos os trabalhadores que atuam em unidades de saúde que atendem pacientes com suspeita ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus.

Na sequência o Estado planeja vacinar pessoas com 80 anos ou acima desta idade, pessoas entre 75 e 79 anos e assim sucessivamente até aqueles que tem idade variando entre 60 e 64 anos.

Com a quantidade de doses disponibilizadas até o momento e as que chegarão nos próximos meses, seguindo a ordenação por grupos prioritários, a previsão é vacinar o total de 4.019.115 pessoas até maio. A vacinação ocorrerá de acordo com o recebimento dos imunizantes, de forma gradual e escalonada. A expectativa é vacinar todos os paranaenses acima de 18 anos ainda em 2021.

Veja quanto cada Estado aplicou de doses em relação ao número de vacinas encaminhadas pelo Ministério da Saúde:

ACRE: 10,56%

ALAGOAS: 41.59%

AMAPÁ: 17,61%

AMAZONAS: 13,84%

BAHIA: 39,53%

CEARÁ: 36,11%

DISTRITO FEDERAL: 45%

ESPÍRITO SANTO: 45%

GOIÁS: 39,69%

MARANHÃO: 27,90%

MATO GROSSO: 19,35%

MATO GROSSO DO SUL: 24,2%

MINAS GERAIS: 20,66%

PARÁ: 23,78%

PARAÍBA: 25,48%

PARANÁ: 45%

PERNAMBUCO: 34,6%

PIAUÍ: 39,3%

RIO DE JANEIRO: 25,56%

RIO GRANDE DO NORTE: 45%

RIO GRANDE DO SUL: 35,84%

RONDÔNIA: 26,49%

RORAIMA: 13,18%

SANTA CATARINA: 36,84%

SÃO PAULO: 22,45%

SERGIPE: 29,49%

TOCANTINS: 16,19%.

Nos CMEIS, as novas matrículas para alunos de 04 e 05 anos começam nesta quinta-feira (04)

Começou nesta quarta-feira (03) o período de matrículas e transferências nas escolas da rede municipal de ensino de Foz do Iguaçu para crianças provenientes de outros municípios ou da rede particular de ensino. Nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), as novas matrículas e transferências para alunos de 04 e 05 anos iniciam na quinta-feira (04).

Foz possui 50 escolas municipais e 42 CMEIS com 17.850 alunos matriculados no Ensino Fundamental e 7.686 na Educação Infantil. Para preencher o formulário de matrícula e entregar a documentação da criança, é necessário que apenas um dos responsáveis compareça à instituição de ensino de sua preferência, seguindo todas as medidas de prevenção ao Coronavírus, como o uso obrigatório de máscara.

O período de rematrículas na rede municipal ocorreu em novembro do ano passado e as matrículas para o 1º ano do Ensino Fundamental em dezembro. A SMED também esclarece que não há necessidade de os pais formarem filas ou pernoitarem nas escolas, já que todas as vagas estão garantidas.

Organização

As aulas na rede municipal recomeçam no dia 1º de março para alunos a partir de 4 anos. Os pais poderão optar em enviar os filhos ou manter as atividades remotas em casa.

A volta às aulas está sendo organizada pela Prefeitura de Foz desde o ano passado, quando foi criado um comitê com representantes das Secretarias de Saúde e Educação. O retorno acontecerá de forma segura, respeitando todas as medidas sanitárias, com distanciamento de um metro e meio entre as carteiras, medição de temperatura e uso obrigatório de máscara para todos os alunos e funcionários. As escolas também devem disponibilizar álcool em gel para higienização constante das mãos.

Reflexões sobre o ano de 2020 e o planejamento para o retorno às aulas foram assuntos debatidos em reunião on-line promovida pela Secretaria de Educação

Mais de 1.600 profissionais da educação pública de Foz do Iguaçu acompanharam na manhã desta quarta-feira, 03, uma live no formato vídeo-aula, promovida pela Secretaria Municipal da Educação. O encontro de valorização acontece anualmente antes do início do ano letivo, com o objetivo de capacitar professores e equipes pedagógicas.

O prefeito Chico Brasileiro e a secretária de educação, Maria Justina da Silva, fizeram a abertura do encontro, dando as boas-vindas aos profissionais e destacando os desafios deste ano letivo. “Mesmo com a pandemia, nosso compromisso com a educação é permanente. Temos o dever de não parar a educação. Existem muitos desafios neste ano letivo, porque ainda vivemos uma pandemia, mas seguiremos em frente para fazer da educação um instrumento de transformação da sociedade”, disse o prefeito.

A secretária de Educação afirmou que o município se organizou para a retomada das aulas com aquisição de equipamentos de proteção, implantação do protocolo sanitário e capacitações. “Nossos professores conseguiram se reinventar e superar barreiras por meio do ensino remoto, mas sabemos que nada substitui a presença de um professor em sala de aula, especialmente durante o processo de alfabetização. Nós primamos pela vida dos nossos professores e alunos e, com todas as medidas preventivas, queremos retomar de forma segura para todos”.

A pedagoga e especialista em educação infantil, Regina Shudo proferiu a palestra “Arquitetando a Educação: O que aprendemos em 2020 e quais os itinerários da educação em 2021”. Sua fala inicial saudou os profissionais que se reinventaram durante a pandemia para levar a educação a todas as crianças. “Os professores foram brilhantes. Assim como a gente saúda as equipes médicas, a gente saúda também os professores, porque levaram vida para a casa do aluno. O município de Foz manteve contato e conexão com seus alunos em meio a todas as adversidades”.

As dificuldades enfrentadas por muitas famílias, as desigualdades sociais e as crises emocionais vivenciadas por muitas crianças foram alguns dos pontos destacados pela especialista durante o encontro. “As desigualdades educacionais e sociais ficaram muito evidentes nesta pandemia, mas os professores não se negaram a ensinar, acreditando no direito da aprendizagem e promoveram a educação. Vocês foram verdadeiros heróis”, reiterou.

Regina Shudo – que atua na área educacional há 35 anos, é autora da Coleção Brincar e Pensar, e diretora da empresa Amaná Educacional, em Curitiba – orientou os professores sobre como lidar com o emocional e os desejos das crianças que voltarão para as salas de aula, e até mesmo com aquelas que continuarão com o ensino remoto.

“Para arquitetar esta educação, precisaremos de muitas teias de conexões, de vida, pensamento, criando uma rede muito firme para acolher todos os nossos alunos. A crise nos tirou prazeres e aumentou a ansiedade e o estresse. O percurso é muito mais complexo e desafiante para alcançar os objetivos. Crianças e jovens estarão em ritmos de aprendizagens muito diferentes, porque todos os fatores do ambiente que eles se encontraram em suas casas, mais o convívio familiar, tudo isso vai impactar e o ritmo de aprendizagem vai ser bastante desnivelado”, pontuou.

Saúde emocional

Nesta retomada, o maior desafio, segundo a especialista, será o de manter a saúde emocional dos alunos e, para isso, atividades ao ar livre, em contato com a natureza, a literatura e o diálogo sobre os sentimentos de cada criança são ações importantes para retomada da atenção plena, da concentração e do foco no aprendizado. “Na arquitetura do retorno às aulas, precisaremos fazer uma auto avaliação de cada turma, sobre quem conseguiu trabalhar, aprender, as perdas e os ganhos e ter como foco o acolhimento”, afirmou. Além disso, ela orientou os professores a planejar as aulas, a adaptar o ensino híbrido e a fortalecer o trabalho coletivo.

No período da tarde, às 14 horas, os profissionais participam de um novo encontro on-line, com o professor Julio Furtado, sobre o “Ensino Remoto, Híbrido e a Reinvenção do Professor”. Julio Furtado é graduado em geografia e pedagogia, pós graduado em Orientação Educacional, doutor em ciências da educação e professor universitário.

O retorno às atividades presenciais na rede municipal de ensino está marcado para o dia 1º de março.

A Justiça determinou o bloqueio de bens de seis policiais civis e de dois advogados investigados por atos de improbidades administrativa no valor de até R$ 330 mil. A decisão, em caráter liminar, é da 2ª Vara da Fazenda Pública de Londrina, no norte do Paraná.

O Ministério Público do Paraná investiga o grupo pela suspeita deles integrarem uma associação criminosa que, supostamente, exigia vantagem indevida por meio dos advogados investigados. Leia mais no G1 Paraná.

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (02) 4.301 novos casos confirmados e 97 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 552.125 casos confirmados e 10.063 mortos em decorrência da doença. Há ajustes de casos confirmados ao final do texto.

Os casos confirmados neste informe referem-se a pacientes que estiveram ou estão com a doença entre 20 de março de 2020 e dois de fevereiro de 2021. Os casos por data de confirmação do diagnóstico, ou encerramento (fechamento) do caso no sistema estão distribuídos nos meses: fevereiro de 2021 são 2.105 e janeiro de 2021 mais 2.054. Os demais são referentes ao ano de 2020 nos meses de março 1, abril 1, maio 1, junho 4, julho 14, agosto 5, setembro 3, outubro 6, novembro 34 e dezembro 72. O detalhamento completo está no arquivo csv.

INTERNADOS – 1.349 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.127 pacientes em leitos SUS (584 em UTI e 543 em leitos clínicos/enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (94 em UTI e 128 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 1.162 pacientes internados, 471 em leitos UTI e 691 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A secretaria estadual informa a morte de mais 97 pacientes. São 38 mulheres e 59 homens, com idades que variam de 21 a 99 anos. Os óbitos ocorreram entre 19 de abril de 2020 e 02 de fevereiro de 2021.

Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (8), Maringá (5), São José dos Pinhais (5), Cianorte (4), Ponta Grossa (4), Campo Mourão (3), Castro (3), Almirante Tamandaré (2), Arapongas (2), Campo Largo (2), Cascavel (2), Cornélio Procópio (2), Guarapuava (2), Mandirituba (2), Pinhalão (2), Sarandi (2), Telêmaco Borba (2).

A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que morava em cada um dos seguintes municípios: Alto Paraná, Andirá, Antonina, Arapoti, Assis Chateaubriand, Campina da Lagoa, Campo Magro, Cantagalo, Carambeí, Chopinzinho, Conselheiro Mairinck, Faxinal, Floraí, Florestópolis, Foz do Iguaçu, Foz do Jordão, Goioxim, Grandes Rios, Guaratuba, Ibiporã, Itambé, Jacarezinho, Jaguariaíva, Lapa, Loanda, Maripá, Medianeira, Nova Tebas, Palmas, Paraíso do Norte, Paranaguá, Paranavaí, Pato Branco, Piraí do Sul, Pontal do Paraná, Realeza, Rondon, Salto do Lontra, Santo Antônio do Caiuá, São Mateus do Sul, Sertaneja, Sertanópolis, Tamarana, Terra Rica e Umuarama.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 4.179 casos de residentes de fora, 78 pessoas foram a óbito.

AJUSTES:

Total de exclusão: 3 casos residente e 4 não residente no Paraná. 5 óbitos de residentes no Paraná

Um óbito confirmado (M,58) no dia 08/07/2020 em NOVA AURORA foi excluído por erro de notificação

Um óbito confirmado (M,61) no dia 20/09/2020 em ITAPERUCU foi excluído por erro de notificação

Um caso e óbito confirmado (F,71) no dia 29/06/2020 em ARAUCARIA foi excluído por erro de notificação

Um caso e óbito confirmado (M,62) no dia 08/07/2020 em ARAUCARIA foi excluído por erro de notificação

Um caso e óbito confirmado (F,33) no dia 19/06/2020 em ITAPERUCU foi excluído por erro de notificação

Um caso confirmado (F,52) no dia 11/12/2020 em XIQUE-XIQUE/BA foi excluído por erro de notificação

Um caso confirmado (M,55) no dia 11/12/2020 em XIQUE-XIQUE/BA foi excluído por erro de notificação

Um caso confirmado (F,54) no dia 08/09/2020 em ACU/RN foi excluído por erro de notificação

Um caso confirmado (F,14) no dia 08/01/2021 em JI-PARANA/RO foi excluído por erro de notificação.

Curitiba e Foz do Iguaçu estão entre os 21 destinos listados pelo Ministério do Turismo como tendência para 2021. De acordo com o levantamento, a valorização do turismo doméstico foi uma das tendências identificadas no comportamento do turista pós-pandemia da Covid-19.

O resultado teve como base os principais sites de pesquisa do setor, além de publicações e dos destinos que se alinham à demanda do novo turista. A mesma publicação elencou o Cerrado brasileiro como único destino brasileiro indicado na lista de 25 melhores viagens para planejar no futuro.

A região Sul do País tem quatro destinos na lista do Ministério do Turismo: Curitiba, Foz do Iguaçu, Florianópolis (SC) e Gramado (RS). Eles seguem a tendência de comportamento identificada em viajantes pós-Covid, de optar por locais de natureza ou com foco no turismo rural.

O secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, afirmou que o Paraná tem diversos ramos dentro do turismo, como o religioso, gastronômico, rural, de negócios, entre outros. “A pandemia mostrou o peso do turismo dentro da matriz econômica do Estado. Nós temos atrativos ligados ao meio ambiente, justamente o ramo que mais vai crescer no mundo, após a pandemia”, disse.

De acordo com o site Booking, 59% dos entrevistados pretendem ir para um destino de natureza próximo. Ainda segundo o buscador, outra forte tendência é a opção por viagens rápidas, ou seja, três em cada quatro (73%) brasileiros querem fazer viagens mais curtas em 2021 do que fizeram em 2019.

Para João Jacob Mehl, diretor-presidente da Paraná Turismo, vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, a pesquisa vem ao encontro com o trabalho realizado desde março de 2020, para a retomada do turismo pós-pandemia.

“A ecologia está dentro do trabalho que já estamos fazendo, principalmente com o turismo rural, ciclismo e religioso. A regionalização do turismo mostra as belezas do Estado e estamos há um ano trabalhando em cima disso, para fazer com que as pessoas conheçam as belezas do seu próprio Estado”, afirmou.

De acordo com ele, a expectativa é promover atrativos em diversas regiões do Estado, em uma ação com apoio do Ministério do Turismo. Mais informações sobre o turismo do Paraná podem ser consultadas no site VIAJE PARANÁ.

CURITIBA – De acordo com informações do site, a Capital do Estado foi eleita a cidade mais inteligente do Brasil. É a maior do Sul do País, com quase 2 milhões de habitantes e referência em qualidade de vida.

São mais de 30 parques e bosques para todos os gostos e com atividades para todas as idades. Os lugares mais visitados são o Parque Jardim Botânico, o Museu Oscar Niemeyer e o Parque Barigui.

Outros exemplos de museus, teatros e locais de shows são Ópera de Arame, Pedreira Paulo Leminiski e Teatro Guaíra. Para quem gosta de feiras, Curitiba tem opções de sobra, com comidas típicas, roupas e artesanato. O destaque é a Feira do Largo da Ordem, que acontece todos os domingos no Centro Histórico da cidade.

O turista encontra a Linha Turismo, um ônibus com roteiro com 24 paradas nos pontos mais interessantes a serem visitados da cidade por um período de 24 horas e uma única passagem. Entre os locais a serem visitados, estão também o Passeio Público, a Rua 24 Horas, o Parque Tanguá, a Ópera De Arame, a Torre Panorâmica, o Bosque do Alemão, o Bosque João Paulo II o Museu Ferroviário.

FOZ DO IGUAÇU – O município abriga uma das sete maravilhas do mundo: as Cataratas do Iguaçu, um complexo de 275 quedas que se estendem por quase cinco quilômetros do Rio Iguaçu.

Com aproximadamente 260 mil habitantes, no extremo Oeste paranaense, a cidade fica na chamada tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. É um dos destinos turísticos mais importantes do País e o mais visitado por estrangeiros do Paraná.

A cidade dispõe de uma média de 27 voos diários. A Terra das Cataratas também possui um dos maiores parques hoteleiros do Brasil. São aproximadamente 28 mil leitos em hotéis e a realização de eventos também movimenta o destino.

Foz abriga, ainda, a Hidrelétrica de Itaipu, a maior do mundo em geração de energia; o Parque das Aves; o Marco das Três Fronteiras; o Templo Budista; e outros atrativos.

BRASIL – De acordo com o levantamento do Ministério, o Sudeste e o Nordeste lideram a listagem com sete destinos. Angra dos Reis (RJ), Belo Horizonte (MG), Petrópolis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), São Sebastião (SP) e Ubatuba (SP) formam o roteiro do Sudeste. No Nordeste, aparecem João Pessoa (PB), Ipojuca (PE), Fortaleza (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Porto Seguro (BA) e Salvador (BA).

“O levantamento reforça que estamos no caminho certo para que a retomada aconteça. O turismo doméstico tem um enorme potencial que merece ser conhecido pelos brasileiros e com esse foco que o Ministério do Turismo vem trabalhando – oferecer melhor infraestrutura, serviços cada vez mais qualificados e seguindo os protocolos de biossegurança”, afirmou o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto.